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Controle de acesso

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No Eligo, os direitos de acesso de cada usuário são organizados através de um sistema de controle baseado em funções (RBAC - Role-Based Access Control). Aqui está um resumo de como isso funciona:

Definição de Funções

Primeiramente, são definidas várias funções dentro da organização. Cada função corresponde a um conjunto específico de responsabilidades e tarefas que um usuário pode realizar. Exemplos de funções comuns incluem administrador, gerente de vendas, contador, operador de estoque, etc.

Permissões Associadas às Funções

Cada função é associada a um conjunto de permissões que determinam o que os usuários nessa função podem ver e fazer dentro do sistema. As permissões podem incluir:

Atribuição de Funções a Usuários

Cada usuário do sistema é atribuído a uma ou mais funções. Isso determina as permissões que o usuário terá dentro do sistema.

Controle de Acesso Granular

Em alguns casos, o controle de acesso pode ser ainda mais granular, permitindo definir permissões a nível de campo ou registro. Por exemplo, um usuário pode ter permissão para ver certas partes de um registro mas não outras, ou modificar certos campos mas não outros.

Exemplos:

Auditoria e Conformidade

O Eligo inclui funcionalidades para auditar e monitorar o acesso dos usuários, ajudando a garantir conformidade com políticas internas e regulamentos externos. Logs de acesso e relatórios de atividades são usados para rastrear quem acessou ou modificou o que e quando.

Políticas de Segurança

Além do controle de acesso baseado em funções, o Eligo pode implementar políticas de segurança adicionais, como autenticação multifator (MFA), restrições de acesso baseadas em IP, e sessões com tempo limitado para aumentar a segurança.

Exemplos Práticos

Vantagens do RBAC

Uma boa organização de acesso é crucial para manter a segurança e a eficiência operacional em empresas que utilizam o sistemas, garantindo que os usuários possam realizar suas tarefas sem comprometer a integridade e a confidencialidade dos dados empresariais.

Não há controvérsias sobre o fato de que o controle dos acessos é um dos importantes elementos para a gestão empresarial e, mais especificamente, para o controle de fraudes nos processos. Tal controle visa garantir que o sistema de controles internos da empresa atenda aos fins aos quais se propõe, isto é, ao apoio à gestão empresarial, bem como à ampliação da segurança dos interessados pela empresa.

Controle de acessos e gestão de riscos são cada vez mais importante e preocupação constante de gestores e auditores. Mas qual é a estrutura e o funcionamento das soluções Eligo e o que é um sistema de controle interno eficaz e até que ponto os controles geram segurança para a organização?

As soluções Eligo foram projetadas para suportar processos de negócios complexos em pequenas e grandes organizações. As tarefas envolvidas na manutenção da gestão de autorizações dos usuários podem consumir muito tempo e esforço. Os usuários trocam frequentemente de departamentos, os papéis e funções são modificados ou ampliados, motivados por otimizações, mudanças nos processos de negócios ou nas implementações de novas funcionalidades do sistema, que devem ser incluídas e mantidas nos perfis de autorização.

O controle de acesso consiste num processo de identificação, avaliação, gerenciamento de eventos ou situações que podem afetar o cumprimento dos objetivos de segurança, diminuindo ou eliminando possibilidades de fraudes.

A segregação de funções consiste na separação entre funções de autorização, aprovação de operações, execuções, controle e contabilização, de tal maneira que nenhum colaborador interno ou externo possa acessar e tenha autorizações de acesso em desacordo com os princípios de controle interno. A concessão inadequada de acesso aos sistemas elevar os riscos operacionais.

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